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Café e Poesia
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06.03.08
Simplesmente poesia...POESIA ESQUISITA Por; Ítalo Leonardo do Amaral Moreira Qual a distancia que tenho de percorrer entre os mundos? Distantes, mas, por imposição de quem? São mundos tão iguais e tão diferentes, São belos os mundos e ao mesmo tempo, imponentes.
Impotentes por suas respectivas ignorâncias, São mundos separados por uma pseudobarreira, Que sem sombra de dúvida é perfeitamente derrubavel, Tão derrubavel quanto suas estúpidas ignorâncias.
Que, aliás, é parte significante da tal barreira, Que não separam distâncias físicas E sim distancias espirituais.
Na verdade não passam de barreiras estúpidas, Tão estúpidas quanto esta poesia ruim Sem musica porquê não rima, portanto sem cor.
E que acaba nesta solitária linha esquisita.Italoleonardo 2008 *italoleonardo@´s hipertextos®. Todos os direitos reservados. italoleonardom@yahoo.com.br
Escrito por Ítalo Leonardo do Amaral Moreira em 06.03.08
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27.02.08
PENSAMENTOS SOLTOS:Por; Ítalo Leonardo do Amaral Moreira Caminhos vão se formando a nossa frente, surgindo inopinadamente, onde antes só havia a vasteza de um indolente espaço vazio. Eles vêm, os caminhos, dando-nos novo rumo, mudando a direção de nossos movimentos, retificando nossa sorte, ratificando apenas o fato de que nossa caminhada nada mais é que uma insabida jornada, onde não sabemos nada, exceto o fato de que temos que seguir incansáveis neste ofício, que é caminhar.
Escrito por Ítalo Leonardo do Amaral Moreira em 27.02.08
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20.02.08
MINUANO Por; Ítalo Leonardo do Amaral Moreira Meu estado é deplorável, Minha vida é inexistente. Meu estado é incontrolável, Minha vida mente.
Meu povo é de papel, Minha alma é uma farsa, Minha guerra é uma valsa, Meus soldados não têm quartel.
São seres vis, Guardando os libertos, Insanos despidos, Ignotos, discretos.
Em meu ego o disfarce é o sorriso. Ah, ego promíscuo! Que busca consolo em seu lixo, Cultiva tratados, destroços, detritos...
Ah, intrigante sorriso! Gelado e destoado, Brilhante, opaco e sicário, Silencioso como um brado.Italoleonardo 2008 *italoleonardo@´s hipertextos®. Todos os direitos reservados. italoleonardom@yahoo.com.br ______//___//___//___//______ O QUE ME APETECE...
(...) falar do grande poeta chileno Pablo Neruda, que habitou neste planeta de 12 de julho de 1904 a 23 de setembro de 1973, recebeu o premio Nober de Literatura em 1971.
De suas obras que li, tenho predileção por Canto Geral, do ano de 1950, de claro caráter social, ético e político; Os Versos do Capitão, dedicado a sua amante Matilde em 1953; além de sua obra Odes Elementales, de 1954, onde podemos conferir um Poema ao Rio de Janeiro daquela época – Veja fragmentos:
“ Rio de Janeiro, el agua es tu bandera, agita tus colores, sopla y suena el el viento, ciudad, náyade negra, de claridad sin fin, de hirviente sombra, de piedra con espuma es tu tejido, el lúcido abalance el encendido ramo de tus ojos. ...Oh Belleza, oh, ciudadela de piel forforecente, granada, de carne azul, oh diosa, tatuada en sucesivas Olas de ágata negra, de tu desnuda estatua, de tu hamaca marina, el azul movimiento de tus pies arenosos, sale un aroma de jazmín mojado por el sudor, un ácido relente de cafetales y de fruterías y poco a poco bajo tu diadema, entre la duplicada maravilla de tus senos, entre cúpula y cúpula de tu naturaleza asoma el diente de la desventura, la cancerosa cola de la miseria humana, en los cerros leprosos, el racimo inclemente de las vidas.. ”
Escrito por Ítalo Leonardo do Amaral Moreira em 20.02.08
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